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Projeto Maquete Ambiental

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Escrito por Sede ValeVerde Ter, 02 de Junho de 2009 12:56

PROJETO MAQUETE AMBIENTAL DO VALE DO PARAÍBA
500 ANOS DE TRANSFORMAÇÕES

Uma Ferramenta para a Educação Ambiental

“Você sabe de onde vem á água que você bebe?”
“Por que a nossa região se chama Vale do Paraíba?”
“Por que há tantas indústrias ao longo da Dutra?”


São estas e tantas outras perguntas que estimularam a criação do projeto “Maquete Ambiental do Vale do Paraíba – 500 anos de Transformações”, criado pela ONG Vale Verde, em 2003. Diferentemente de um livro – capaz de trazer tais respostas por escrito – a tridimensionalidade da maquete possibilita a compreensão dos aspectos geográficos da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul ressaltando ainda seus aspectos sociais, econômicos e ambientais.

 

Não é de hoje que nas escolas aprende-se e decora-se, por exemplo, todos os afluentes do Rio Amazonas, da região norte do Brasil. No entanto, ao se perguntar para estudantes daqui do Vale do Paraíba - “qual é o rio que abastece a região?” - é comum a resposta vir errada ou girar em torno de um tímido “não sei”. Sendo assim, como – então – fazer surgir o sentimento de preservação e exercício de cidadania diante dos problemas socioambientais do Vale do Paraíba? Portanto, a maquete se traduz numa possibilidade de melhor conhecimento e “reconhecimento” da região e, conseqüentemente, estímulo a um olhar mais curioso e atento aos problemas que nos rodeiam.

 
“A maquete revela claramente o porquê da região se chamar Vale do Paraíba e ainda leva ao entendimento do como se deu a devastadora derrubada da Mata Atlântica, bioma no qual estamos inseridos – aspecto também desconhecido não só por estudantes jovens como também adultos”, afirma André Miragaia, um dos idealizadores do projeto.

Assim como num quebra-cabeça, na maquete, há um movimento de retirada de peças (representando a derrubada da Mata Atlântica) e colocação de outras (representando a fundação das cidades, por exemplo, e a criação de barragens) que evidenciam a transformação da paisagem desde a chegada dos colonizadores até os dias atuais. “Sendo assim, o produto não funciona de forma estática, o que possibilita ao professor criar com maior dinamismo - e até mesmo maior eficácia pedagógica - uma diferenciada aula que se traduza também em educação ambiental”, afirma a coordenadora pedagógica do projeto, Federica Giovanna Fochesato.


Um ponto forte da maquete é que esta não se trata de uma ferramenta didática voltada exclusivamente aos professores de uma única disciplina. Da área de ciências aos estudos sociais, passando ainda pela Matemática, pela Geografia e pela História, professores das diversas disciplinas podem inseri-la em seu programa de aula. Isso, inclusive, atende à proposta de transdisciplinaridade recomendada nos atuais Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

 

No ano de 2004 foi feita a primeira doação de maquetes a escolas públicas de São José dos Campos. Nesta edição do projeto, a maquete tinha como público alvo somente alunos do ciclo II (1ª à 4ª série – antigamente chamado de 5ª à 8ª série), entretanto, hoje, no Vale, há também professores do ciclo I fazendo um excelente uso do material com seus alunos. Isso prova que a maquete encanta e pode ensinar a todos, isto é, do ensino infantil ao ensino universitário. O recurso tridimensional pode ser usado de inúmeras formas o que faz da maquete, portanto, uma inovadora ferramenta didática.


Em 2005, o projeto atravessou os limites joseenses e foi doado para mais 7 municípios do Vale do Paraíba por intermédio do projeto “Meu Ambiente”.
Passados três anos, em 2007, houve a edição de ampliação do projeto Maquete na rede municipal de ensino de São José dos Campos. Dessa vez, ao todo, foram doadas 10 maquetes - 9 para EMEFs (Escolas Municipais do Ensino Fundamental) e 1 para o Ensino Infantil que é trabalhada na forma de rodízio entre as escolas.

 

Os professores de São José, na 1ª edição do projeto, passaram pela formação para uso da Maquete entre fevereiro e abril de 2005 e os docentes dos demais municípios ao longo do segundo semestre, também de 2005. Já na edição de ampliação do projeto em 2007, o processo de formação dos professores aconteceu no 1º semestre do ano.

 

Em 2008 a ONG Vale Verde se classificou como finalista da 5° Edição do programa parceria Social (PPS) da Embraer, onde o projeto “Maquete Ambiental do Vale do Paraíba – 500 Anos de Transformações Ambientais” foi classificado. Com a Iniciativa aprovada, a Vale Verde beneficiou a Fundação Helio Augusto de Souza – FUNDHAS, com uma maquete interativa, investindo também na capacitação de 16 professores da entidade.


O projeto tem patrocínio da Petrobras e conta com os seguintes apoios: INPE, UNITAU, UNIVAP e Dutrafer. Em São José dos Campos, hoje, 28 escolas públicas têm o projeto Maquete. Entre as maquetes itinerantes de São José dos Campos – que são 3 - estão a maquete rodízio do Ensino Infantil da rede municipal, a maquete rodízio da SME (Secretaria Municipal de Educação) e a da Oficina Pedagógica da Direção Estadual de Ensino. E, há 7 municípios do Vale do Paraíba que também possuem o projeto MAQUETE de forma itinerante. São eles: Igaratá, Caçapava, Taubaté, Pindamonhangaba, Roseira, Aparecida e Guaratinguetá.

 

Projeto Maquete Ambiental

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Escrito por Sede ValeVerde Ter, 02 de Junho de 2009 12:46

PROJETO MAQUETE AMBIENTAL DO VALE DO PARAÍBA
500 ANOS DE TRANSFORMAÇÕES

Uma Ferramenta para a Educação Ambiental

“Você sabe de onde vem á água que você bebe?”
“Por que a nossa região se chama Vale do Paraíba?”
“Por que há tantas indústrias ao longo da Dutra?”


São estas e tantas outras perguntas que estimularam a criação do projeto “Maquete Ambiental do Vale do Paraíba – 500 anos de Transformações”, criado pela ONG Vale Verde, em 2003. Diferentemente de um livro – capaz de trazer tais respostas por escrito – a tridimensionalidade da maquete possibilita a compreensão dos aspectos geográficos da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul ressaltando ainda seus aspectos sociais, econômicos e ambientais.

 

Não é de hoje que nas escolas aprende-se e decora-se, por exemplo, todos os afluentes do Rio Amazonas, da região norte do Brasil. No entanto, ao se perguntar para estudantes daqui do Vale do Paraíba - “qual é o rio que abastece a região?” - é comum a resposta vir errada ou girar em torno de um tímido “não sei”. Sendo assim, como – então – fazer surgir o sentimento de preservação e exercício de cidadania diante dos problemas socioambientais do Vale do Paraíba? Portanto, a maquete se traduz numa possibilidade de melhor conhecimento e “reconhecimento” da região e, conseqüentemente, estímulo a um olhar mais curioso e atento aos problemas que nos rodeiam.

 
“A maquete revela claramente o porquê da região se chamar Vale do Paraíba e ainda leva ao entendimento do como se deu a devastadora derrubada da Mata Atlântica, bioma no qual estamos inseridos – aspecto também desconhecido não só por estudantes jovens como também adultos”, afirma André Miragaia, um dos idealizadores do projeto.

Assim como num quebra-cabeça, na maquete, há um movimento de retirada de peças (representando a derrubada da Mata Atlântica) e colocação de outras (representando a fundação das cidades, por exemplo, e a criação de barragens) que evidenciam a transformação da paisagem desde a chegada dos colonizadores até os dias atuais. “Sendo assim, o produto não funciona de forma estática, o que possibilita ao professor criar com maior dinamismo - e até mesmo maior eficácia pedagógica - uma diferenciada aula que se traduza também em educação ambiental”, afirma a coordenadora pedagógica do projeto, Federica Giovanna Fochesato.


Um ponto forte da maquete é que esta não se trata de uma ferramenta didática voltada exclusivamente aos professores de uma única disciplina. Da área de ciências aos estudos sociais, passando ainda pela Matemática, pela Geografia e pela História, professores das diversas disciplinas podem inseri-la em seu programa de aula. Isso, inclusive, atende à proposta de transdisciplinaridade recomendada nos atuais Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

 

No ano de 2004 foi feita a primeira doação de maquetes a escolas públicas de São José dos Campos. Nesta edição do projeto, a maquete tinha como público alvo somente alunos do ciclo II (1ª à 4ª série – antigamente chamado de 5ª à 8ª série), entretanto, hoje, no Vale, há também professores do ciclo I fazendo um excelente uso do material com seus alunos. Isso prova que a maquete encanta e pode ensinar a todos, isto é, do ensino infantil ao ensino universitário. O recurso tridimensional pode ser usado de inúmeras formas o que faz da maquete, portanto, uma inovadora ferramenta didática.


Em 2005, o projeto atravessou os limites joseenses e foi doado para mais 7 municípios do Vale do Paraíba por intermédio do projeto “Meu Ambiente”.
Passados três anos, em 2007, houve a edição de ampliação do projeto Maquete na rede municipal de ensino de São José dos Campos. Dessa vez, ao todo, foram doadas 10 maquetes - 9 para EMEFs (Escolas Municipais do Ensino Fundamental) e 1 para o Ensino Infantil que é trabalhada na forma de rodízio entre as escolas.

 

Os professores de São José, na 1ª edição do projeto, passaram pela formação para uso da Maquete entre fevereiro e abril de 2005 e os docentes dos demais municípios ao longo do segundo semestre, também de 2005. Já na edição de ampliação do projeto em 2007, o processo de formação dos professores aconteceu no 1º semestre do ano.

 

Em 2008 a ONG Vale Verde se classificou como finalista da 5° Edição do programa parceria Social (PPS) da Embraer, onde o projeto “Maquete Ambiental do Vale do Paraíba – 500 Anos de Transformações Ambientais” foi classificado. Com a Iniciativa aprovada, a Vale Verde beneficiou a Fundação Helio Augusto de Souza – FUNDHAS, com uma maquete interativa, investindo também na capacitação de 16 professores da entidade.


O projeto tem patrocínio da Petrobras e conta com os seguintes apoios: INPE, UNITAU, UNIVAP e Dutrafer. Em São José dos Campos, hoje, 28 escolas públicas têm o projeto Maquete. Entre as maquetes itinerantes de São José dos Campos – que são 3 - estão a maquete rodízio do Ensino Infantil da rede municipal, a maquete rodízio da SME (Secretaria Municipal de Educação) e a da Oficina Pedagógica da Direção Estadual de Ensino. E, há 7 municípios do Vale do Paraíba que também possuem o projeto MAQUETE de forma itinerante. São eles: Igaratá, Caçapava, Taubaté, Pindamonhangaba, Roseira, Aparecida e Guaratinguetá.

 

Projetos Realizados

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Escrito por Sede ValeVerde Ter, 02 de Junho de 2009 12:18

PROJETOS

 

Histórico
A Vale Verde – Associação de Defesa do Meio Ambiente - é uma entidade que atua há 20 anos na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte Paulista, participa do Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul, dos Conselhos Municipal e Estadual de Meio Ambiente, do Fórum Paulista de Entidades Ambientalistas, do Ceivap e Agevap. A Vale Verde tem estabelecido convênios de parceria com instituições de ensino e pesquisa pela região como: Universidade do Vale do Paraíba, Universidade de Taubaté, INPE e Faculdades Módulo de Caraguatatuba - Litoral Norte.

Entre os principais projetos de educação ambiental realizados pela entidade estão:

 2008 – Maquete Ambiental para a FUNDHAS – A ONG Vale Verde se classificou como finalista da 5° Edição do programa parceria Social (PPS) da Embraer, onde o projeto “Maquete Ambiental do Vale do Paraíba – 500 Anos de Transformações Ambientais” foi classificado. Com a Iniciativa aprovada, a Vale Verde beneficiou a Fundação Helio Augusto de Souza – FUNDHAS, com uma maquete interativa, investindo também na capacitação de 16 professores da entidade.

 

 2007 – Maquete Ambiental para Estação Ciência da Universidade de São Paulo - Modificação da Maquete Ambiental para também representar as camadas geológicas do Vale do Paraíba e ficar exposta na Estação Ciência da Universidade de São Paulo.

 

• 2007 – Avaliação do Projeto “Maquete Ambiental do Vale do Paraíba – 500 Anos de Transformações” – Avaliação final do projeto de educação ambiental implantado nas escolas públicas de São José dos Campos, com a reprodução e doação de dez maquetes, totalizando mais de trinta maquetes em escolas, sendo que as escolas da rede pública já utilizam na grade escolar


• 2006 – Semana da Mata Atlântica em Ilhéus-BA -
A Vale Verde esteve presente na Semana da Mata Atlântica em Ilhéus representando ONGs da região sudeste do Brasil. A participação foi fundamental para criar uma melhor articulação entre as entidades participantes além de discutir assuntos pertinentes à Mata Atlântica.

 

• 2006 – Viva a Mata 2006 - A Vale Verde participou do evento que reuniu cerca de 60 mil pessoas no Parque do Ibirapuera em São Paulo, divulgando os projetos e atividades, além de distribuir material educacional para os visitantes.



• 2006 - Vale Verde assume suplência da Coordenação da Rede de ONGs da Mata Atlântica da Região Sudeste -
Eleita dia 07 de maio a ONG Vale Verde assumiu a suplência da coordenação Nacional da Região Sudeste da RMA. Com esta vitória a Vale Verde passa agora a ter um compromisso ainda maior com o Bioma da Mata Atlântica ao articular a integração das ONGs regionais e ajudar a fortalecer o lado institucional da rede.



• 2006 – Vale Verde recebe escritório regional das RPPNs do Estado - Parceria formada entre a Vale Verde e a Frepesp (Federação das Reservas Ecológicas Particulares do estado de São Paulo) habilita a ONG Vale Verde a representar a Federação no Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Litoral Norte e Região Bragantina (Cone Leste Paulista). A Função é analisar a potencialidade das propriedades, fornecendo orientações necessárias, desde o pedido de reconhecimento da área como RPPN, até a obtenção do título, elaboração e execução do plano de manejo.



• 2005 – Eco-Adventur do Litoral Norte - A Vale Verde é uma das ONGs responsáveis pela programação das palestras e debates. O evento tem como objetivo trazer um debate amplo com a sociedade local sobre a questão ambiental da região.



• 2005 - Adventure Sports Fair -A Vale Verde participou em mais uma edição da maior Feira de Esportes Radicais da América do Sul na Bienal em S.Paulo apresentando a Maquete Ambiental do Vale do Paraíba, o vídeo-documentário “Biodiversidade do Litoral Norte, o que você tem a ver com isso?”, materiais promocionais e um histórico dos trabalhos realizados pela entidade.

• 2005 – Semana da Mata Atlântica em Campos do Jordão - A Vale Verde esteve presente no evento onde fez algumas parcerias além de firmar compromisso de ser a ONG Elo no Estado de São Paulo junto a RMA – Rede de Ong´s da Mata Atlântica.



• 2005 – “Meu Ambiente” Programa de Educação Ambiental - Programa desenvolvido com a finalidade de levar assuntos relacionados à questão sócio-ambiental para 11 municípios que ficam dentro do traçado do gasoduto Campinas-Rio de Janeiro da Petobras. Os municípios são Piracaia, Pindamonhangaba, São José dos Campos, Taubaté, Roseira, Aparecida, Igaratá, Caçapava, Guaratinguetá, Bragança Paulista e Atibaia. Em todos os municípios são desenvolvidas as seguintes atividades: Oficinas de reutilização de PET e Jornais, vídeos, teatro de fantoches, apresentação da maquete ambiental do Vale do Paraíba e visitas à Unidade Móvel dos Ciclos dos Recicláveis.



• 2004 - Projeto Biodiversidade do Litoral Norte. O que você tem a ver com isso? - Projeto de educação ambiental financiado com recursos do CEPF - Critical Ecosystem Partnership Fund (Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos) e apoio da associação Mico-Leão Dourado, UNIVAP TV, Faculdades Módulo e do PROAONG/SMA, o projeto produz um vídeo-documentário sobre a Mata Atlântica e a Biodiversidade do Litoral Norte paulista que foi distribuído gratuitamente para as escolas públicas de Caraguatatuba, Ubatuba, S.Sebastião e Ilhabela.


• 2004 - Escritório em Caraguatatuba. - Com apoio das Faculdades Módulo a Vale Verde se instala em Caraguatatuba e passa a atuar na região. Em pareceria com ONGs locais participa da formulação do Diagnóstico Ambiental de Caraguatatuba e da organização sabatina ambiental com os candidatos a prefeito.



• 2004 - Projeto Maquete Ambiental do Vale do Paraíba - A ONG Vale Verde finalizou o trabalho de pesquisas e desenvolvimento do maior projeto de educação ambiental já produzido pela entidade iniciado em 2002. A proposta do projeto é oferecer aos estudantes das escolas públicas de S.J.Campos e região uma visão tridimensional do Vale do Paraíba e Litoral Norte contando a história da região, desde a chegada dos portugueses até os dias de hoje. A maquete apresenta os aspectos geográficos, topográficos, históricos e ambientais do Vale e vem acompanhada de vários materiais de apoio didático, sendo um livro do professor, 9 painéis de apoio às aulas e um vídeo documentário sobre a região. Os produtos gerados pelo projeto foram doados a 20 escolas da rede pública de ensino de São José dos Campos e aproximadamente 70 professores foram treinados e já aplicam o projeto em sala de aula.



• 2004 – Campanha Cidade Amiga da Amazônia - Em parceria com o Greenpeace Brasil o projeto Cidade Amiga da Amazônia firma compromisso com a prefeitura de S.J.Campos para combater a compra de madeira ilegal. Pelo projeto a administração pública se compromete a atuar como consumidor responsável e exigir nas licitações para compra de madeira, a certificação florestal, ou a garantia de que a madeira comprada é oriunda de planos de manejo sustentável.



• 2004 – Movimento Ciclovida - Em 2004 o Movimento Ciclovida continua suas atividades de pressão ao poder público pela instalação de ciclovias em S.J.Campos. Lança uma campanha virtual pela site na internet e, com apoio de alunos das escolas Monteiro Lobato e Carlos Soloni, produziu faixas e cartazes e faz mobilização para distribuição de panfletos de alerta e divulgação da proposta nos cruzamentos e semáforos da cidade.



• 2003 - Campanha contra extração de areia em SJCampos - Atua incisivamente contra aprovação de Projeto de lei na Câmara de vereadores que libera a extração de areia (em cavas) na várzea do rio Paraíba do Sul em São José dos Campos.



• 2002 e 2003 - Adventure Sports Fair - A Vale Verde participa, em parceria com a Dutrafer, da maior Feira de Esportes Radicais da América do Sul na Bienal em S.Paulo. O stand da entidade foi elaborado sob o tema lixo. Foi montada uma exposição mostrando os processos da reciclagem desde a sucata até o produto final reciclado. além disso forma expostos imagens de satélite do Vale e litoral e materiais utilizados pela entidade na defesa do meio ambiente.

• 2002 - Convênio com a Agencia Nacional de Águas – ANA - Contratada pela ANA, a Vale Verde implementou um grande programa de cadastramento e apoio aos usuários dos Recursos Hídricos da
Bacia Hidrográfica do Paraíba do Sul no Processo de Regulação dos Usos no Estado de São Paulo. Foram instalados 3 escritórios de apoio da Vale Verde nas cidades de Taubaté, Lorena e S.J.Campos.



• 2002 - Conferência Mundial para o Desenvolvimento Sustentável - Rio+10 - A Vale Verde participa, no Rio de Janeiro, da preparatória para a Conferência Mundial para o Desenvolvimento Sustentável Rio+10 realizada em Joahnesburgo - Africa do Sul. Na oportunidade a Vale Verde, junto com outras ONGS presentes, participou de um protesto contra a política ambiental do governo dos EUA, numa referência à posição do País em relação às emissões de poluentes atmosféricos e ao protocolo de Kioto.



• 2001 - Campanha contra o Lixo Tóxico - Vale Verde participa, junto com ambientalistas, dos protestos contra a "importação" de resíduos industriais tóxicos produzidos e vindo de outras regiões do estado para serem aterrados em S.J.Campos. A manifestação envolveu a imprensa regional e resultou no cumprimento da lei que proíbe a importação de lixo tóxico pelo município.

• 1999 / 2000 Implantação do Centro de Cultura Ambiental – CCA - Em parceria com a ONG Biosfera Project o CCA tem como objetivo desenvolver estudos e pesquisas ambientais contando com uma rede de 08 microcomputadores ligados na Internet e de acesso gratuito à população. Voltado para educação ambiental, tem recebido visitas das escolas da região que recebem orientações, palestras e assistem a projeção de vídeos sobre a região. Esse projeto foi consolidado com o apoio do Rotary Club e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

• 1999 / 2000 Produção do vídeo- documentário: "O Impacto da Ocupação Humana na Bacia do Rio Paraíba do Sul" - Projeto aprovado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo através da LIF ( Lei de Incentivos Fiscais / PMSJC ), produzido em parceria com a UNIVAP TV, incentivado pelo Vale Desconto Shopping.



• 1999 Promoveu o Seminário: "MODELO ENERGÉTICO NACIONAL E GERAÇÃO TERMOELÉTRICA" - Em parceria com a UNIVAP e a Fundação SOS Mata Atlântica, realiza um seminário com objetivo de debater a nova matriz energética nacional e a proposta de instalação de usinas Termoelétricas no Vale do Paraíba. Esse evento contou com apoio do Greenpeace do Brasil e da ANEEL.



• 1999 Projeto de recuperação da margem do Rio Paraíba - Elabora o projeto de reconstituição da mata ciliar na margem do rio Paraíba em Jacareí, área da empresa Imasa S.A



• 2000 / 99 / 98 / 97 / 96 Participa do CONSEMA/SP - Conselho Estadual de Meio Ambiente - SMA



• 1999 Implantação do projeto de comunicação visual e de infra- estrutura sanitária do PARQUE DA CIDADE (S.J.Campos) - Instalação dos painéis informativos e construção de sanitários públicos no Parque da Cidade "Roberto Burle Marx", preservando os monumentos arquitetônicos e históricos, patrocinado pela Kodak Brasileira e apoio da Prefeitura Municipal de São José dos Campos.



• 1998/97 CRA - Centro de Referencia Ambiental - Participação no Projeto de Educação Ambiental do CRA no Parque da Cidade promovido pela Secretaria Municipal de Educação de São José dos Campos, com visitação média de 9.000  (nove mil) alunos por ano.



• 1998 10 ANOS - Lançamento de um Vídeo- Documentário - Promove, no ANEXO da Cantina da Nena em S.J.Campos, o coquetel de comemoração aos 10 anos de fundação da entidade, e promove o lançamento do Vídeo- Documentário "Aspectos geográficos, históricos e ambientais da bacia do rio Paraíba do Sul". Este documentário foi exibido em rede nacional pelo programa "REPORTERECO" da TV CULTURA, nos dias: 31 jan. 04 e 06 fev./1999, pelo programas: "O Vale Rural" da TV BANDEIRANTES, pela REDE VIDA, e mais recentemente pela TV Canção Nova.

 

 

   

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Escrito por Sede ValeVerde Qua, 29 de Abril de 2009 15:20


Escola Monteiro Lobato de São José dos Campos
A filosofia montessoriana possibilita ao educando oportunidades de desenvolvimento de suas potencialidades, tendo em vista as diferenças individuais, promovendo o desenvolvimento do espírito crítico, o sentimento de liberdade e responsabilidade e o respeito às normas sociais, visando uma convivência harmoniosa e de respeito pela liberdade do outro. Para Montessori, o sentido de consciência é a capacidade de perceber e responder aos apelos do real, que significa tudo que existe como natureza criada: o mundo físico, mineral, vegetal, animal, o “eu” e o “outro”. A elaboração pedagógica de Maria Montessori nasce de suas constatações experienciais e aspira a uma sociedade melhor, que acolha o homem para o seu aperfeiçoamento. Dar à criança consciência da evolução do homem no planeta, introduzi-la na história, fazê-la responsável pela vida vegetal, animal e humana, situá-la na comunidade e na grande aldeia global são os verdadeiros objetivos que Montessori propõe para a educação.


   

A Eco Sistema é uma organização associativa sem fins econômicos que tem como missão desenvolver e proporcionar à sociedade soluções sustentáveis para as áreas de educação, social , esporte de aventura, meio ambiente e gestão de recursos naturais. Para tanto,visamos associar pessoas físicas e jurídicas ligadas ao planejamento, gerenciamento e execução operacional de projetos, programas e ações nas áreas de atuação institucional da Eco Sistema. 


 

 

ENTREVISTAS

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Escrito por Sede ValeVerde Qua, 29 de Abril de 2009 15:19

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